segunda-feira, 4 de junho de 2012

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Releases PAC


Impresso:
“O Santo e a Porca” é encenada por grupo da Universidade Católica

A peça O Santo e a Porca de Ariano Suassuna será encenada pelo grupo Sifuxipá na Universidade Católica de Brasília. A obra, de gênero comédia, conta a história do casamento da filha de um avarento, conhecido por Euricão Árabe. Ele é devoto de Santo Antônio e esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro. Sob direção de Abder Paz O Santo e a Porca será trabalhada no primeiro momento como leitura dramática. Segundo o diretor da peça, a leitura dramática é uma proposta interna da oficina e faz parte do processo de aprendizagem, pois é uma oportunidade de interpretação, compreensão do espaço físico e relacionamento com o público. Nesse momento, os atores interpretam a peça, mas sem o uso de figurino e cenário.

No dia X de junho haverá leitura dramática. Já no dia X de julho estreia apresentação no auditório do bloco X, na Universidade Católica de Brasília. A peça fica em cartaz até o dia x de agosto.
O grupo de teatro faz parte do Programa de Arte e Cultura da Universidade Católica de Brasília. O programa utiliza a arte como instrumento de integração para atingir maior envolvimento social e participação ativa das comunidades interna e externa, o que estimula a conscientização e a mudança de comportamentos, contribuindo para melhoria da qualidade de vida da comunidade acadêmica.
Aos interessados, o programa da Universidade também oferece oficinas artísticas. As áreas de teatro, de artes plásticas, de áudio e vídeo, e de música são ministradas em caráter permanente e abertas a toda comunidade.

Para mais informações:
Responsável: Matheus Caetano
Contatos:(61) 3356-9083 / arteecultura@ucb.br / matheus@ucb.br
Localização: Universidade Católica de Brasília. Taguatinga, Pistão Sul, Bloco L, sala 5 A







Rádio:
A peça “O Santo e a Porca” é encenada por grupo da Universidade Católica

A peça O Santo e a Porca de Ariano Suassuna será encenada pelo grupo X na Universidade Católica de Brasília, em Taguatinga. Trata-se da história de casamento da filha do avarento Euricão Árabe. Ele é devoto de Santo Antônio e esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro. A estreia da apresentação está marcada para xx de julho, no auditório do bloco X, da Universidade Católica. A peça fica em cartaz até o dia x de agosto. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3356-9083 ou pelo e-mail arteecultura@ucb.br

Outras informações:
O grupo de teatro faz parte do Programa de Arte e Cultura da Universidade Católica de Brasília. O programa utiliza-se da arte como instrumento de integração para atingir maior envolvimento social e participação ativa das comunidades interna e externa, o que estimula a conscientização e a mudança de comportamentos, contribuindo para melhoria da qualidade de vida da comunidade acadêmica.
Aos interessados, o programa da Universidade também oferece oficinas artísticas. As áreas de teatro, de artes plásticas, de áudio e vídeo, e de música são ministradas em caráter permanente e abertas a toda comunidade. Informaçoes: (61) 3356-9083 / arteecultura@ucb.br / matheus@ucb.br


Plano de Comunicação - 2º versão




Projeto de extensão da Universidade Católica de Brasília: Arte e Cultura

1-      Diagnóstico:

Não se sabe ao certo quando o Projeto de Arte e Cultura (PAC) surgiu, mas há registros não oficiais desde 2003. Há registros documentados desde 2007. O PAC é localizado na sala 5A bloco L – Campus I da Universidade Católica de Brasília. O atual gestor Matheus Caetano está envolvido no projeto desde 2009. O PAC surgiu através de três projetos, Arte no Campus, Coral e Teatro Universitário. Em meados de 2007 e 2008 os três projetos se unificaram em um único projeto. De três gestores passou a ser apenas um. Nessa época o projeto fez convênio com a cooperativa cultura brasileira Ponto de Cultura que é uma organização sem fins lucrativos, porém patrocinada pelo Governo. Eles promovem ações para a sociedade em geral e não tem custo para o público. Nesse convênio com a Católica eles são responsáveis pelas oficinas.
Em 2011, surgiu a oportunidade de oferecer bolsas aos ingressos interessados em participar do projeto. A bolsa oferece descontos de até 60% na mensalidade. Porém, até os mesmos ingressos se formarem, não há mais vagas.
O PAC tem como filosofia gerencial mostrar que todo mundo é capaz de participar das oficinas, e com isso desenvolver habilidades antes não reconhecidas. O projeto é responsável por oferecer oficinas (teatro, edição de vídeo, artes plásticas, dança, violão) e coral para a comunidade interna e externa. Também gerencia os grupos institucionais, formados pelos bolsistas nas áreas de coral, teatro e dança. O PAC gerencia e divulga as apresentações dos grupos e das oficinas.
Quanto à divulgação, não há interesse em promover as oficinas para a comunidade externa, pois há uma lista de espera para participação com cerca de 80 inscritos. Nem promover inscrições para os grupos institucionais, pois o grupo só encerra por volta de 2015. Porém, o PAC tem interesse de divulgação das apresentações. A maior preocupação é a conquista de um público para estar presente durante as apresentações.

Cenário Interno
O projeto é composto pelo gestor Matheus Caetano, pela estagiária Letícia Gusmão, pela professora de Educação Física (responsável pela dança), pelo maestro (voluntário) e pela cooperativa Ponto de Cultura.
O PAC tem capacidade limitada de atender um número limitado nas oficinas por conta de falta de estrutura (salas) para oferecer os serviços.
Já foi realizada pesquisa de opinião para saber o grau de satisfação dos participantes das oficinas. O gestor do projeto avalia os resultados como positivos, pois os participantes reconhecem a importância do serviço tanto para a vida acadêmica quanto para o crescimento pessoal. Prova dessa constatação é a continuidade de muitos e a desistência de poucos.
Cenário Externo
O PAC, tanto nas oficinas quanto nos grupos institucionais possui participantes fiéis. Muitos participantes estão desde o início da gestão do Matheus acompanhando o projeto. Por conta disso, há uma lista de espera que a medida que surge uma desistência, a vaga é preenchida.
O objetivo do projeto é conquistar um público fiel para assistir e participar ativamente das apresentações, tanto dos grupos institucionais quanto das oficinas. A preocupação maior é formar uma reputação do projeto que ajude na presença do público nas apresentações.

Mapeamento dos cenários:
- Oficinas (teatro, edição de vídeo, artes plásticas, dança, violão) e coral. Grupos Institucionais e apresentações dos grupos e oficinas.
- Categoria: Artística
- Sazonalidade: O projeto não funciona em período de férias universitária. Há ausência dos participantes no final de cada semestre.
- Composição industrial / matérias primas: Material utilizado nas oficinas e nos grupos (cenários, telas, tintas, papel e partituras). Alguns matérias mais básicos são oferecidos pelo próprio projeto. Outros materiais, de uso mais pessoal, devem ser fornecidos pelos próprios participantes.
- Características diferenciais: Serviço gratuito sem fins lucrativos.

Forças e fraquezas
Forças
Fraquezas
Continuidade dos alunos durante o período da graduação.
Falta de estrutura dentro da universidade que limita o crescimento do projeto e o oferecimento de mais vagas.
Priorização da arte brasileira e da realidade regional.
Não trabalha a arte de outros países, nem outras realidades.
Localizada dentro da Universidade Católica de Brasília.
Não há concorrência direta dentro da universidade.
Apresentações constantes dos participantes dos grupos e oficinas.
Falta de público fixo para assistir as apresentações.

2-      Estratégia:
O objetivo do projeto, no momento, é formar um público fixo para as apresentações e criar uma reputação positiva do PAC. Para atingir tal objetivo é necessário reforçar a divulgação externa e interna através de release e panfletos. Tanto o material impresso, quanto o virtual deve ser trabalhado.
Quanto a divulgação virtual, espaços como site da universidade, graduação online e blog do projeto devem ser explorados. O blog deve ser mais divulgado também para se consolidar como mais um meio de divulgação.

3-      Plano de ação:
Como o projeto já tem um blog, o objetivo, no ambiente virtual, seria melhorar a página com a interação da mesma com as redes sociais (Twitter e Facebook). Ambos os perfis criados divulgarão o PAC, os serviços e até mesmo avisos, conquistando assim o público e refinando a relação com os participantes ativos. As páginas terão atualizações constantes.
Ações maiores e fora do mundo virtual também estão previstas. Uma proposta é a entrega de panfletos (número varia entre 1 a 5 mil exemplares), com a apresentação do projeto, incentivando assim o conhecimento por parte do público do blog e das redes sociais. Consequentemente, o público acompanharia as datas das apresentações e o surgimento de vagas nas oficinas.
Quanto aos pontos de entrega dos panfletos há a portaria dos blocos do Campus I, as direções dos cursos, o comercio interno e as salas de aulas. A entrega dos panfletos seria feita pelos colaboradores do projeto e voluntários.
1- Objetivo geral: Construir uma identidade para o teatro, dança e coral, e dessa maneira formar uma reputação para atrair público.

1.2- Objetivos específicos:
1.2.1- Dar nome aos grupos de teatro, dança e coral.
1.2.1- Divulgar as apresentações
1.2.3- Melhorar divulgação virtual

2 – Ações:
2.1 – Criar contas do Facebook e Twitter;
2.2- Criar outro panfleto com conteúdo mais aprimorado e fotos mais direcionadas;
2.2- Melhorar a página do projeto no site da UCB incluindo link do blog e redes sociais;
2.3- Criação de mailing list;
2.4- Criar modelo de release promovendo apresentações;
2.5- Divulgar apresentações com ações de guerrilha – por exemplo: coral divulgar apresentação cantando no horário do intervalo em locais movimentados, ou o pessoal do teatro com o figurino encenando um ato e divulgando a apresentação;

3. Atividades

3.1- Facebook e Twitter;
- Criação de contas
- Gestão de contúdo
-Publicação de fotos
-Criação de conta no Dropbox para Matheus enviar todas as fotos possíveis do projeto
-Responsável: Renata
-Deadline: 13 de abril

3.2- Panfleto
-Utilizar identidade visual feita pela Matriz – envio de arquivo aberto
-Utilizar fotos enviadas pelo Dropbox
-Conteúdo falando do projeto (oficinas) e divulgando as redes sociais e blog (estes serão atualizados constantemente com as datas das apresentações).
-Responsável: Jordana e Mayra
-Deadline: 15 de abril (primeira versão)

3.3- Página do projeto no site da UCB
- Verificar o acesso a essa página
-Acrescentar no texto os links do blog e redes sociais
-Inclusão de fotos
-Responsável: Mayra
-Deadline: 15 de abril

3.4- Mailing List
-Verificar contato de jornalistas das editorias de cultura dos jornais locais
-Criação de lista identificando o veículo com o nome e sobrenome do jornalista, e-mail e telefone
-Responsável: Samantha
-Deadline: 8 de abril

3.5- Release
-Escrever modelo de release que contenha informações básicas do PAC
- Responsável: Renata
-Deadline: 8 de abril

3.6 - Ações de Guerrilha
-Propor para gestor a ideia
-Deadline: 9 de abril
3.7- Contato com envolvidos
-Conversar com outros envolvidos para aprimorar as visões quanto ao projeto.

Produto
Preço estimado
Arte para panfleto, personalização de perfis das redes sociais e blog.
 R$0,00 – custeado pelo próprio grupo
Impressão de panfletos 1 mil  e 5 mil, respectivamente
Cerca de R$200 e R$350
Mão-de-obra para entrega de panfletos
R$0,00 - voluntariado
Release
R$0,00


4-      Protótipo de ação com linha criativa:
Com o início do ano e semestre, apresentações já estão previstas ao longo de 2012. Os produtos elaborados são o modelo de release para envio para a grande mídia e o panfleto que apresenta o projeto e os meios que o divulgam (blog e redes sociais).




Plano de Comunicação - 1º versão



Projeto de extensão da Universidade Católica de Brasília: Arte e Cultura

1-      Diagnóstico:

Não se sabe ao certo quando o Projeto de Arte e Cultura (PAC), localizado Sala 5A bloco L – Campus I da Universidade Católica de Brasília, mas há registros não oficiais desde 2003. Há registros documentados desde 2007. O atual gestor Matheus Caetano está envolvido no projeto desde 2009. O PAC surgiu através de três projetos, Arte no Campus, Coral e Teatro Universitário. Em meados de 2007 e 2008 os três projetos se unificaram em um único projeto. De três gestores passou a ser apenas um. Nessa época o projeto fez convênio com a cooperativa cultura brasileira Ponto de Cultura que é uma organização sem fins lucrativos, porém patrocinada pelo Governo. Eles promovem ações para a sociedade em geral e não tem custo para o público. Nesse convênio com a Católica eles são responsáveis pelas oficinas.
Em 2011, surgiu a oportunidade de oferecer bolsas aos ingressos interessados em participar do projeto. A bolsa oferece descontos de até 60% na mensalidade. Porém, até os mesmos ingressos se formarem, não há mais vagas.
O PAC tem como filosofia gerencial mostrar que todo mundo é capaz de participar das oficinas, e com isso desenvolver habilidades antes não reconhecidas. O projeto é responsável por oferecer oficinas (teatro, edição de vídeo, artes plásticas, dança, violão) e coral para a comunidade interna e externa. Também gerencia os grupos institucionais, formados pelos bolsistas nas áreas de coral, teatro e dança. O PAC gerencia e divulga as apresentações dos grupos e das oficinas.
Quanto à divulgação, não há interesse em promover o projeto para a comunidade externa, pois há uma lista de espera para participar das oficinas com cerca de 80 inscritos. E nem promover inscrições para os grupos institucionais, pois o grupo só encerra por volta de 2015. Porém, o PAC tem interesse de divulgação das apresentações. A maior preocupação é a conquista de um público para estar presente durante as apresentações.

Cenário Interno
O projeto é composto pelo gestor Matheus Caetano, pela estagiária Letícia Gusmão, pela professora de Educação Física (responsável pela dança), pelo maestro (voluntário) e pela cooperativa Ponto de Cultura.
O PAC tem capacidade limitada de atender um número limitado nas oficinas por conta de falta de estrutura (salas) para oferecer os serviços.
Já foi realizada pesquisa de opinião para saber o grau de satisfação dos participantes das oficinas. O gestor do projeto avalia os resultados como positivos, pois os participantes reconhecem a importância do serviço tanto para a vida acadêmica quanto para o crescimento pessoal. Prova dessa constatação é a continuidade de muitos e a desistência de poucos.
Cenário Externo
O PAC, tanto nas oficinas quanto nos grupos institucionais possui participantes fiéis. Muitos participantes estão desde o início da gestão do Matheus acompanhando o projeto. Por conta disso, há uma lista de espera que a medida que surge uma desistência, a vaga é preenchida.
O objetivo do projeto é conquistar um público fiel para assistir e participar ativamente das apresentações, tanto dos grupos institucionais quanto das oficinas. A preocupação maior é formar uma reputação do projeto que ajude na presença do público nas apresentações.
Mapeamento dos cenários:
- Oficinas (teatro, edição de vídeo, artes plásticas, dança, violão) e coral. Grupos Institucionais e apresentações dos grupos e oficinas.
- Categoria: Artística
- Sazonalidade: O projeto não funciona em período de férias universitária. Há ausência dos participantes no final de cada semestre.
- Composição industrial / matérias primas: Material utilizado nas oficinas e nos grupos (cenários, telas, tintas, papel e partituras). Alguns matérias mais básicos são oferecidos pelo próprio projeto. Outros materiais, de uso mais pessoal, devem ser fornecidos pelos próprios participantes.
- Características diferenciais: Serviço gratuito sem fins lucrativos.
Forças e fraquezas
Forças
Fraquezas
Continuidade dos alunos durante o período da graduação.
Falta de estrutura dentro da universidade que limita o crescimento do projeto e o oferecimento de mais vagas.
Priorização da arte brasileira e da realidade regional.
Não trabalha a arte de outros países, nem outras realidades.
Localizada dentro da Universidade Católica de Brasília.
Não há concorrência direta dentro da universidade.
Apresentações constantes dos participantes dos grupos e oficinas.
Falta de público fixo para assistir as apresentações.

2-      Estratégia:
O objetivo do projeto, no momento, é formar um público fixo para as apresentações e criar uma reputação positiva do PAC. Para atingir tal objetivo é necessário reforçar a divulgação externa e interna através de release e panfletos. Tanto o material impresso, quanto o virtual deve ser trabalhado.
Quanto a divulgação virtual, espaços como site da universidade, graduação online e blog do projeto devem ser explorados. O blog deve ser mais divulgado também para se consolidar como mais um meio de divulgação.

3-      Plano de ação:
Como o projeto já tem um blog, o objetivo, no ambiente virtual, seria melhorar a página com a interação da mesma com as redes sociais (Twitter e Facebook). Ambos os perfis criados divulgarão o PAC, os serviços e até mesmo avisos, conquistando assim o público e refinando a relação com os participantes ativos. As páginas terão atualizações constantes.
Ações maiores e fora do mundo virtual também estão previstas. Uma proposta é a entrega de panfletos (número varia entre 1 a 5 mil exemplares), com a apresentação do projeto, incentivando assim o conhecimento por parte do público do blog e das redes sociais. Consequentemente, o público acompanharia as datas das apresentações e o surgimento de vagas nas oficinas.
Quanto aos pontos de entrega dos panfletos há a portaria dos blocos do Campus I, as direções dos cursos, o comercio interno e as salas de aulas. A entrega dos panfletos seria feita pelos colaboradores do projeto e voluntários.

Produto
Preço estimado
Arte para panfleto, personalização de perfis das redes sociais e blog.
 R$0,00 – custeado pelo próprio grupo
Impressão de panfletos 1 mil  e 5 mil, respectivamente
Cerca de R$200 e R$350
Mão-de-obra para entrega de panfletos
R$0,00 - voluntariado
Release
R$0,00

4-      Protótipo de ação com linha criativa:
Com o início do ano e semestre, apresentações já estão previstas ao longo de 2012. Os produtos elaborados são o modelo de release para envio para a grande mídia e o panfleto que apresenta o projeto e os meios que o divulgam (blog e redes sociais).


Notícia Institucional



Introdução

Um dos principais produtos do jornalismo é, sem dúvidas, a notícia. Esse tipo de texto é o mais básico da área e é por esse que muitos universitários iniciam a jornada na profissão. Muitos autores consideram a notícia como a matéria-prima do jornalismo.
Assim como nas redações, as assessorias de imprensa também utilizam esse recurso como forma de divulgação de certos acontecimentos. Ou seja, a notícia tem o objetivo de tornar um fato público, seja por interesse da própria organização – no caso das assessorias -, por interesse do público ou até mesmo por conta dos patrocinadores – tanto as organizações quanto às redações estão sujeitas a essa situação.
Pena (2007) explica que no dia-a-dia das redações, há vários fatos que chegam ao conhecimento dos jornalistas, mas não são todos que são veiculados, ou seja, apenas uma parte vira notícia. Da mesma forma, rotineiramente, a assessoria sabe de muitos acontecimentos dentro da organização, mas não é de interesse dela publicar sobre tudo. Diante dessa conclusão, pode-se questionar como um fato se torna notícia.
Tanto nas redações quanto nas assessorias, alguns aspectos são analisados para verificação do valor-notícia de um acontecimento. Dessa maneira, o fato deve obedecer alguns critérios para se tornar notícia. Essa é a teoria do newsmaking, a qual também é abordada neste trabalho. Erbolato (1978) cita alguns critérios que faz um acontecimento tornar notícia, como proximidade, impacto, raridade, progresso, sexo e idade, interesse humano, oportunidade, dinheiro, originalidade, repercussão e culto de heróis.
Diante dessas informações, é fundamental explicitar alguns pontos presentes na obra Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia, especificamente no artigo A Notícia Institucional, para se entender mais sobre a notícia institucional.

A notícia institucional

1-      História
O capítulo é introduzido com um fato histórico que marca o surgimento e consolidação das assessorias de imprensa. É importante citar esse fato para entender melhor o cenário atual. William Vanderbilt, empresário de uma companhia ferroviária, ao prestar esclarecimentos sobre a paralisação do serviço a um repórter afirmou a seguinte frase: “o público que se dane!”.
Essa frase é um marco na história das assessorias, pois mostrava como funcionavam as organização diante de tempos de crise e revelava o relacionamento das mesmas com o público e com os próprios jornalistas. Atualmente, até as pequenas empresas já sabem a importância de estarem presentes na mídia e estarem constantemente em contato com o seu público alvo. Portanto, a frase citada hoje é totalmente inaceitável. E para que isso não aconteça as organizações cada vez mais dedicam renda e espaço para o setor de comunicação.

2-      Agenda-setting:
A autora apenas cita o conceito de agenda-setting, mas conhecer um pouco mais sobre essa teoria é primordial para estudar a notícia em geral e a notícia institucional. Segundo o livro, são os veículos de comunicação quem determinam quais os acontecimentos merecem a atenção e se tornam notícia. Normalmente, esses assuntos fazem parte do interesse público. Por exemplo, em época de carnaval os jornais se pautam para falarem sobre alguns temas específicos como trânsito, escolas de samba e clima.
Dessa forma, a organização já consciente desse conceito pode aproveitá-lo para ter maior visibilidade na mídia. Diante de assuntos já pré-determinados, a assessoria de imprensa da empresa pode encontrar meios para encaixar a “divulgação” de determinado tópico de interesse da organização na pauta dos meios de comunicação de massa. Por exemplo, uma empresa de táxis pode associar o serviço a uma alternativa segura em feriado de carnaval, devido ao número de acidentes ocasionados na época e a tradição do brasileiro de festejar consumindo bebidas alcoólicas.

3-      Notícia
Vale relembrar o que é notícia antes de entender o conceito de notícia institucional. O capítulo cita a definição do Dicionário de comunicação: “[...] o relato de fatos ou acontecimentos atuais, de interesse e importância para a comunidade, capaz de ser entendido pelo público” (MONTEIRO, 2003, p. 143)
Para se tornar notícia o fato tem que respeitar alguns critérios de noticiabilidade ou ter valor-notícia (teoria do newsmaking). Alguns desses critérios são: proximidade, atualidade e continuidade. Portanto, os acontecimentos que não possuem valor-notícia não se tornam público, não viram notícia. Dessa forma, o jornalista no momento em que decide a pauta sobre o qual produzirá uma notícia, deve sempre lembrar desses critérios.
É importante ainda destacar que notícia é diferente de reportagem. A notícia é um texto breve que resume os acontecimentos através do Lead (técnica utilizada no primeiro parágrafo do texto – responde às questões: O quê? Quando? Onde? Quem? Como? Por que?). Já a reportagem é um texto mais elaborado que aprofunda o assunto, normalmente, sob diversos pontos de vista envolvidos na história.

4-      Happening
Monteiro (2003) explica a visão dos autores Molotch e Lester (TRAQUINA, 1993, p. 34 apud MONTEIRO 2003, p. 145) sobre a dinâmica de funcionamento da notícia institucional. Pala eles as notícias são happenings, ou seja elas dizem o que a maioria das pessoas não presenciam.
Ainda segundo eles, para transformar um acontecimento em notícia, o fato passa por agências, formados por indivíduos ou grupos, os quais permitem a construção o próprio acontecimento. A primeira agência é formada pelos news promoters que são quem identificam uma ocorrência como especial, que seriam os próprios jornalistas ou editores. Posteriormente há os news consumers que são aqueles que consumem a notícia, ou seja, o próprio público.
5-      Notícia Institucional
A notícia institucional surge como uma oportunidade de visibilidade para as organizações. Como o livro explica, é o momento em que as ocorrências institucionais se transformam em acontecimentos públicos. É uma ação significativa para a empresa, pois pode ser o primeiro ou único momento que alguns indivíduos têm contato com a organização.
A autora ainda cita que é através da notícia institucional que as organizações são lembradas pela imprensa. É por meio dessas notícias que cria-se um vínculo com veículos e jornalistas. Esses profissionais (jornalistas e assessores) reconhecem (ou deveriam reconhecer) o quanto o trabalho de um é importante para o outro. O assessor está interessado na publicação da matéria sobre a instituição para o qual trabalha. E trabalhando em conjunto, o jornalista pode ser beneficiado com um furo fornecido pela empresa, ou uma entrevista exclusiva, que beneficie o veiculo para qual trabalha.
6-      Presença na mídia
Estar na mídia é fundamental para a continuidade e crescimento das instituições. A autora relembra Corrado (1994, p. 150 apud MONTEIRO, 2003, p. 147) que afirma que as organizações têm que se envolver com a mídia para atingir os públicos formadores de opinião que orientam as políticas públicas e as ações políticas.
Quanto a importância de se trabalhar a imagem da instituição, o autor citado compara a imagem com as questões públicas. Ele afirma que ambas afetam diretamente o negócio da instituição. E para comprovar esse fato basta se lembrar de alguns recursos que os assessores costumam utilizar, como o media trainining (“treinamento” do assessorado para receber a mídia).


7-      Empresas públicas x empresas privadas
Conrado (1994, p. 153 apud MONTEIRO, 2003, p. 147) ainda diferencia as estratégias da presença na mídia das instituições públicas e das privadas. Para ele, o setor público tende a publicar informações por ser um mecanismo de prestação de contas à sociedade, devido a cobrança de impostos. Porém, Monteiro (2003) questiona essa afirmação e vai além ao esclarecer que a divulgação de notícias pelas instituições públicas é uma forma de estabelecer e fortalecer relações entre governo e cidadão, ou seja, exercer a democracia.
As instituições privadas, segundo o autor, não possuem obrigação de manter contato com a mídia, mas como foi explicitado anteriormente, é importante o contato constante com a mídia. Atualmente, uma empresa que ignora os jornalistas, certamente está fadada ao fracasso. A autora ressalta esse ponto e afirma que a presença da mídia é fundamental para a conquista do apoio da opinião pública, e ainda, a sobrevivência no mercado.

8-      O que é notícia institucional
Como foi explicado anteriormente, a notícia institucional também obedece aos critérios de noticiabilidade, porém é importante lembrar que ao publicar uma notícia a empresa promove uma ocorrência para o público os fatos que considera importante. E é através de um texto jornalístico que a instituição possui caráter de imparcialidade, ou seja, ganha credibilidade. Vale lembrar que é diferente com uma peça publicitária, já que o público reconhece facilmente que os pontos abordados são apenas os positivos e os que beneficiam a própria empresa.
A notícia institucional pode surgir de duas maneiras. A primeira é quando o jornalista procura o assessor e a segunda é quando a instituição procura o jornalista.
Para construir uma notícia institucional, o assessor deve ter em mente alguns cuidados. Não publicar informações sigilosas e dados que podem causar dados à credibilidade da instituição são fundamentais para a continuidade da organização no mercado. Portanto, a notícia institucional é o texto que trabalha com os interesses da empresa.

9-Estratégias
São várias as estratégias para a instituição aparecer na mídia. A assessoria de imprensa é responsável por criar e manter o contato com os veículos de comunicação. Um desses meios é a produção e envio de releases à imprensa. Releases são textos que resumem um acontecimento que a instituição quer promover visibilidade. Esse texto serve como um ponto de partida para o jornalista pesquisar mais sobre o assunto, entrevistar as fontes envolvidas e depois, escrever a notícia.
Há também a “apropriação”, como a autora menciona, dos critérios de noticiabilidade. Dessa forma, os assessores transformam acontecimentos rotineiros da instituição em notícias. Há sempre a possibilidade de fornecer entrevistas, coletivas ou individuais, normalmente para esclarecer um acontecimento ou promover uma novidade da organização, como uma parceria com outra marca, por exemplo.
10-  O “novo”
A novidade pode ser considerada um valor-notícia. Dessa maneira o que é considerado novidade é um tipo de “novo”.
A segunda maneira de analisar algo como novo é, por exemplo, o resultado parcial de um projeto. Podem ser fatos novos que ocorrem em projetos antigos (podem ser já conhecidos da mídia). Ou seja, algo que está em processo, em andamento, promove uma novidade, um outro resultado.
O terceiro tipo de “novo” é a associação desse termo em algo já antigo. A autora cita o caso do aparelho celular. Quando surgiu a oportunidade de escrever mensagem, o aparelho já telefonava.



Conclusão

A autora do artigo analisado, Monteiro (2003), antes de explicar o que é notícia institucional, retoma alguns recursos do jornalismo. Alguns são apenas citados, e a outros são dedicados um espaço maior.
Por exemplo, já que está sendo abordado o conceito de notícia, pois antes de ser institucional, é notícia em si, deveria ser discutido mais as teorias do agenda-setting e principalmente, do newsmaking.
O conceito de notícia em si é explicado de forma clara e concisa. Porém, o conceito de notícia institucional deixa a desejar. A autora explica como ela pode surgir - através do interesse da própria empresa ou da procura de jornalistas - explicita as estratégias para aparecer na mídia, mas não deixa claro qual a diferença entre a notícia, como os jornalistas e o público conhecem, e a notícia institucional.
Da mesma forma, o artigo não explora alguma técnica para identificar o que é notícia institucional, nem quais recursos o assessor utiliza para escrever esse texto. Ela se limita apenas ao que não pode ser incluído, como informações sigilosas e dados que não são de interesse da empresa para divulgação, já que podem causar algum tipo de dano à organização.
Apesar dessa falta de aprofundamento, ela explora de uma forma interessante o conceito de “novo”, pois tanto os jornalistas quanto o público, muitas vezes ligam esse termo apenas a cem por cento de novidade, quando esse “novo” pode vir de algo que já é conhecido pela sociedade ou até mesmo de um outro resultado de alguma pesquisa científica ou projeto em andamento.






Referências
ERBOLATO, Mário L. Técnicas de Codificação em Jornalismo. Petrópolis, RJ. Ed. Vozes, 1978.
PENA, Felipe. Teoria do Jornalismo. São Paulo, SP. Editora Contexto, 2007.
MONTEIRO, França Graça in DUARTE, Jorge. Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia. São Paulo, SP.Editora Atlas, 2003.